sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Instrumentos Antigos


Os instrumentos musicais mais antigos do mundo

Você sabe que hoje, existe inúmeros e diversos tipos de instrumentos musicais, alguns mais conhecidos, como por exemplo, a guitarra, o violão e etc, já outros não tão conhecidos, como a Cítara Indiana. Mas, sempre fica uma pergunta muito interessante. Quais são os instrumentos mais antigos da história humana? Confere aí.

Flauta




Acredite ou não, a flauta foi um dos primeiros instrumentos inventados. Já existe por cerca de 45 mil a 85 mil anos, foi utilizado por babilônios e egípcios, nas suas primeiras réplicas, eram feitas de galhos ocos, ou de ossos de aves e presas de mamute. É interessante ressaltar, que hieróglifos do período pré-dinástico do Egito mostram que a fabricação com ossos foi substituída por bronze e espalhada no mundo árabe por meio de caravanas de artistas.

Harpa






A harpa sempre foi um símbolo do “divino” pois sempre esteve relacionada com anjos e querubins. Certamente é um instrumento muito antigo, cerca de 3.000 a 3.500 anos de existência, e também muito utilizado por egípcios (que eram grandes apreciadores da música).

Tambor




Um instrumento bem velhinho, com cerca de 7.500 anos de idade, o tambor começou sua “vida” na China no período Neolítico, geralmente eram feitos de troncos de árvore escavados como barris, e cobertos com pele de jacaré. Na Europa, era tocado para anunciar o nascimentos de heróis e também encorajar os exércitos da época. Foi um dos “pais” da atual bateria que temos hoje.

Hinos que marcaram época

Canções que marcaram


"O Lamento de Israel" (Sérgio Lopes/Meira Lopes Editora) é o título de uma canção religiosa brasileira lançada como single pelo cantor e compositor, Sergio Lopes, em 1997 no Brasil.

Esta música foi traduzida e cantada em vários idiomas em 1999, Sérgio Lopes lançou sua versão em língua inglesa e espanhola, adaptada pelo tradutor Nei Pomodoro Cabral, e em hebraico, traduzida e adaptada por Isabel Arcoverde (UFF-RJ) denominado Bney Ya’Akov.


Cem Ovelhas é o segundo álbum de estúdio do cantor brasileiro Ozeias de Paula, lançado em 1973 pela gravadora Estrela da Manhã.

Considerado o seu disco de maior sucesso, o álbum vendeu cerca de um a dois milhões de cópias no Brasil, mas por ter sido lançado por um selo independente, nunca teve suas vendas certificadas pela ABPD. A faixa-título tornou-se a canção mais famosa da carreira do cantor, tornando o disco um dos clássicos da música cristã contemporânea no Brasil.

Quase simultaneamente ao lançamento do disco, Ozeias sofreu um grave acidente automobilístico, do qual se recuperou tempos depois.
Em 2015, foi considerado o 5º maior álbum da música cristã brasileira, numa lista compilada por músicos, historiadores e jornalistas.


Valor de uma alma é o sexto álbum de estúdio da cantora Mara Lima, lançado em 1989 pela gravadora Som e Louvores

Do Repertório destacam-se as canções "Canto Universal", "Lutas e Vitórias, além super clássico evangélico que dá titulo ao disco "Valor de uma Alma", uma das canções mais conhecidas da cantora e ainda hoje tocada nas igrejas evangélicas e nas rádios por todo o país.

Em 2015, foi considerado, por vários historiadores, músicos e jornalistas, como o 79º maior álbum da música cristã brasileira, em uma publicação dirigida pelo portal Super Gospel. Em 2019, foi eleito o 43º melhor álbum da década de 1980 em lista publicada pelo mesmo portal.


Importância da música para os Hebreus




O Rei Davi e a Música


SE Há um nome que nos faz pensar na música dos tempos bíblicos, esse nome é Davi, um homem notável que viveu há cerca de três mil anos. De fato, muito do que sabemos sobre a música daquela época se deve aos relatos bíblicos sobre as atividades de Davi — desde o tempo em que ele era um jovem pastor até quando se tornou rei e hábil organizador.
Podemos aprender muito sobre a música dos tempos bíblicos por meio de Davi. Por exemplo, que instrumentos eram tocados e que tipo de música era cantada? Que papel a música tinha na vida de Davi e, numa escala maior, na nação de Israel?


O papel da música no Israel antigo


Quando repetimos a letra de uma música é comum nos lembrarmos da melodia que a acompanha. A Bíblia contém a letra de muitas músicas. Infelizmente, até hoje não sabemos a melodia delas, mas deviam ser belas, até mesmo sublimes. A grandeza poética do livro dos Salmos sugere que a música que os acompanhava tinha a mesma beleza.

Sobre os instrumentos, a Bíblia nos dá apenas breves descrições. Não temos certeza nem mesmo do tipo de harpa que Davi usava. No entanto, é digno de nota que os israelitas inventaram vários instrumentos, tais como raras e preciosas harpas de madeira. — 2 Crônicas 9:11; Amós 6:5.

Mas uma coisa é certa. A música tinha um papel importante na vida dos hebreus, especialmente na sua adoração a Deus. Era tocada em coroações, cerimônias religiosas e tinha seu lugar nas guerras. Também animava a corte real, dava vida a casamentos e reuniões familiares, e criava um ambiente alegre durante as festividades da colheita das uvas e dos cereais. Infelizmente, a música também estava associada a lugares de má reputação. E, quando morria alguém, ela era usada para aliviar a dor dos enlutados.

Em Israel, a música tinha ainda outras funções. Era conhecida por ajudar as pessoas a meditar em coisas importantes e por fazer com que os profetas ficassem espiritualmente receptivos. Foi ao som de um instrumento de cordas que Eliseu encontrou inspiração divina. (2 Reis 3:15) A música também era usada para comunicar eventos anuais. As luas novas e as festividades eram anunciadas pelo som de duas trombetas de prata. No dia do Jubileu, o som de buzina proclamava liberdade aos escravos e a devolução de terras e casas aos seus donos. Com certeza, as pessoas pobres se sentiam muito alegres ao ouvir a música anunciar que estavam livres ou que teriam suas propriedades de volta! — Levítico 25:9; Números 10:10.

Alguns israelitas deviam ser músicos ou cantores extraordinários. De fato, de acordo com um baixo-relevo assírio, o Rei Senaqueribe pediu ao Rei Ezequias cantores e cantoras como tributo. Pelo visto, eram artistas de alto gabarito. Mas entre todos esses virtuosos, quem se destacava era Davi.


Um músico notável


Davi era notável por ser ao mesmo tempo músico e poeta. Mais da metade dos salmos são atribuídos a ele. Quando era menino, Davi era pastor, e sua mente sensível e perceptiva era influenciada pelas cenas pastorais de Belém. O som de riachos borbulhantes e de cordeiros respondendo quando ele os chamava eram pequenas alegrias que lhe eram bem familiares. A “música” do mundo em sua volta emocionava Davi, e ele pegava sua harpa e elevava a voz em louvor a Deus. Deve ter sido uma experiência incrível ouvir a música que Davi compôs para o Salmo 23!

Quando era rapaz, Davi tocava tão bem a harpa que o recomendaram ao Rei Saul. Ele o levou para a corte. Quando os pensamentos de Saul o angustiavam e perturbavam, Davi ia até ele e com sua harpa produzia um som melodioso e suave que tranqüilizava o coração do rei. Os pensamentos que assombravam Saul desapareciam, e ele ficava mais calmo. — 1 Samuel 16:16.

A música, que Davi tanto amava e que tanta felicidade lhe dava, também lhe causou problemas. Um dia, quando Davi e Saul estavam voltando vitoriosos da guerra contra os filisteus, uma música triunfante e alegre chegou aos ouvidos do rei. As mulheres cantavam: “Saul golpeou os seus milhares, e Davi as suas dezenas de milhares.” Por causa disso, Saul ficou tão furioso e ciumento que ‘daquele dia em diante olhava continuamente com suspeita para Davi’. — 1 Samuel 18:7-9.


Inspirado pela música


Os cânticos que Davi foi divinamente inspirado a compor sobressaem de várias maneiras. Suas músicas incluem salmos contemplativos e pastorais. Eles contêm desde expressões de louvor a narrativas históricas, de expressões de alegria pela colheita das uvas à pompa da inauguração do palácio, desde memórias a palavras de esperança, de pedidos a súplicas. (Veja os Salmos 32, 23, 145, 8, 30,38, 72, 51, 86 e seus cabeçalhos.) Quando Saul e seu filho, Jonatã, morreram, Davi compôs um poema triste, ou endecha, chamado “O Arco”, que começa com as palavras: “A formosura, ó Israel, foi morta sobre os teus altos.” O tom era triste. Davi sabia expressar uma grande variedade de sentimentos tanto em palavras como na música de sua harpa. — 2 Samuel 1:17-​19.

Davi era uma pessoa cheia de vida e amava música alegre, animada e com bastante ritmo. Quando trouxe a arca do pacto para Sião, ele pulou e dançou com toda sua energia comemorando o acontecimento. O relato da Bíblia indica que a música devia ser extremamente contagiante. Consegue imaginar a cena? É verdade que sua esposa Mical o repreendeu, mas isso não importava para Davi. Ele amava a Jeová, e aquela música, que o deixou tão feliz, o levou a demonstrar essa alegria perante seu Deus. — 2 Samuel 6:14, 16, 21.

Como se tudo isso não bastasse, Davi também era um notável inventor de instrumentos musicais. (2 Crônicas 7:6) Resumindo, parece que Davi foi um artista excepcionalmente talentoso. Ele fazia instrumentos, era poeta, compositor e músico. No entanto, Davi fez coisas ainda maiores.

Canto e música no templo


Um dos legados de Davi foi a organização de grupos de canto e música na casa de Jeová. Ele colocou Asafe, Hemã e Jedutum (pelo visto também chamado Etã) à frente de 4 mil cantores e músicos. A esses, Davi juntou 288 especialistas, que treinavam e supervisionavam o restante do grupo. Os 4 mil cantores e músicos compareciam ao templo para as três grandes festividades anuais. Imagine a grandiosidade desse magnífico coral! — 1 Crônicas 23:5; 25:1, 6, 7.

No templo, só homens cantavam. A expressão “As Donzelas” no cabeçalho do Salmo 46 sugere um tom mais agudo de voz ou de instrumento. Eles cantavam em uníssono, como indica 2 Crônicas 5:13: “Os cantores eram como que um.” Os cânticos podiam ser melodias, como o Salmo 3 e muitos outros salmos de Davi, e às vezes incluíam refrães, como o do Salmo 42:5, 11 e 43:5. Cânticos que usavam antifonia, ou seja, em que os coros e/ou solistas respondiam uns aos outros, também eram muito apreciados. Esse é o caso do Salmo 24, que sem dúvida foi composto para a época em que Davi trouxe a arca do pacto para Sião. — 2 Samuel 6:11-17.

Cantar, porém, não estava restrito aos levitas. Era o povo que cantava quando eles subiam a Jerusalém para as festividades anuais. Talvez seja esse o significado de um “Cântico das Subidas”. (Salmo 120 a 134) Por exemplo, no Salmo 133 Davi expressa seu apreço pela fraternidade que os israelitas usufruíam nessas ocasiões. Ele começa com as palavras: “Eis que quão bom e quão agradável é irmãos morarem juntos em união!” Tente imaginar a música que acompanhava esse cântico!


Música e adoração a Jeová

Um décimo da Bíblia é composto de salmos como esses, e o livro dos Salmos incentiva todos os humanos a entoar louvores. (Salmo 150) A música tem o poder de nos fazer esquecer as preocupações da vida, e cantar pode ser como um bálsamo para as feridas do coração. Mas a Bíblia também recomenda que aqueles que estão animados cantem salmos. — Tiago 5:13.

Cantar é uma maneira de expressar nossa fé e amor a Deus. Na noite antes da execução de Jesus, ele e os apóstolos terminaram sua refeição com cânticos. (Mateus 26:30) Que voz o Filho de Davi devia ter — ele que havia visto o canto glorioso da corte celestial de Deus! É provável que tenham cantado o Halel, os Salmos 113 ao 118. Nesse caso, junto com os apóstolos, que não sabiam todos os detalhes do que estava para acontecer, Jesus deve ter cantado bem alto: “Deveras amo, porque Jeová ouve a minha voz, os meus rogos. . . . Cercaram-me as cordas da morte e acharam-me as próprias circunstâncias aflitivas do Seol. . . . ‘Ai! Jeová, põe deveras a minha alma a salvo!’” — Salmo 116:1-4.

Não foi o homem que inventou a música. A Bíblia fala de música e canto nos próprios céus, onde criaturas espirituais tocam harpas figurativas e cantam louvores ao redor do trono de Jeová. (Revelação [Apocalipse] 5:9; 14:3; 15:2, 3) Jeová deu a música aos humanos, colocando no coração deles uma sensibilidade musical e um desejo irreprimível de expressar seus sentimentos por tocar um instrumento ou cantar. Para o homem de fé, a música é acima de tudo um presente de Deus. — Tiago 1:17.